Já imaginou o que seria da sua vida se, num momento, descobrisse o dia de sua morte? Quais seriam suas expectativas, seus planos, seus projetos... O que faria de novo? O que tentaria refazer? Quais seriam seus planos para os dias que lhe restariam?
Certamente você não gosta nem de pensar no assunto. Por mais que você seja crente, com certeza da salvação, a morte é algo que incomoda demais nosso coração. Pensar em saber ao certo a data de sua morte seria, no mínimo, cruel.
Fico imaginando como Jesus se sentiu nos últimos dias de sua vida aqui na terra como homem. Que tortura saber que, a cada dia, o sofrimento da cruz se aproximara! Talvez esse tenha sido um dos motivos de tanta angústia, quando orava intensamente e gotejava sangue! Contudo, mesmo sabendo de seu fatídico sofrimento vindouro, Ele não fez diferente! Continuou salvando vidas. Curou enfermo, fez paralítico andar, cegos enxergarem, ensinou e apregoou o Reino de DEUS...
Seria interessante, pelo menos por um momento, pensarmos em como reagiríamos se soubéssemos a data de nossa morte. É provável que tivéssemos então em nossa mente metas relevantes para os próximos dias. Entendêssemos melhor o valor da família, amigos e aqueles que amamos, abençoaríamos outras vidas, buscaríamos aproveitar da melhor maneira possível cada minuto restante. Ou não.
Alguns de certo iriam surtar. Saíram fazendo o que tivesse vontade, de forma irresponsável e egoísta. Não partilhariam de seus últimos momentos de forma salutar com os seus queridos.
Mas, para alguém que não tem certeza para onde vai, que não tem Cristo como seu Mestre e Senhor, agir assim seria o mais plausível, visto que não se tem esperança de futuro.
O fato é que a vida terrena é passageira. Por conta do pecado, fomos dotados de limitações até então não planejadas pelo Criador. Ainda assim, queremos viver como se fôssemos eternos aqui e autossuficientes.
Contudo isso não é verdade. Existe um filme que tem esse mesmo título “ANTES DE PARTIR”. Nele dois homens de classe sociais distintas se encontram num leito de hospital. As doenças que determinavam o fim de suas vidas os obrigaram a reavaliar suas trajetórias. Tanto um quanto outro tentaram, nos dias que os restavam, aproveitar a vida de fato. Dar valor ao que realmente tinha importância. Menosprezar aqui que era fútil. O exemplo claro de Tiago 4:13-15.
Claro que se trata de um filme. Na pratica nem sempre é assim. Quando a consciência chega, quando a ficha cai, quase sempre é tarde demais.
Não há mais tempo pra valorizar família e filhos, para sair da escravidão do trabalho, para pedir perdão a quem foi ferido e magoado por sua causa, para se dedicar mais a Deus e sua Obra...
Na maioria das vezes, quando o ser humano chega a essas conclusões, o relógio já está parando.
Por isso Jesus dá o exemplo do homem insensato em Lucas 12:20. Alguém que pensou em tudo, menos no fim. Alguém que se achava autossuficiente. Alguém que se achava detentor do poder por causa de sua situação econômica. Contudo, ele não estava preparado para partir.
E hoje? O que você me diz? Se Deus o convocasse hoje, se fosse esse seu último dia, será que a vida teria valido a pena. Você teria tranquilidade para partir? Aproveitou com sabedoria a vida que lhe fora oferecida? Honrou a Deus, que te deu a vida nesses anos aqui? Teria certeza para onde vai?
Por mais aterradora que seja a pergunta, a resposta precisa ser firme. Pense bem. Se ainda não fez o que precisa ser feito, o faça hoje. Não adie. Se ainda não se aproximou de Cristo, com coração arrependido e se entregou a Ele, faça agora. Você não sabe do amanhã. Não está no seu controle. Ainda há tempo de mudar de caminho, de direção. Antes de partir, converta-se para Deus!
Que Deus assim nos abençoe.
Autor: Pr. Marcello Matias.
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Mais um belo texto do Pastor Matias... que Deus esteja sempre contigo meu irmão
ResponderExcluirExcelente. Algo a ser meditado com muito zelo, e, ser guardado com muito carinho.
ResponderExcluirVerdade meu irmão... que muitas pessoas possam meditar neste texto
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